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Estamos todas florindo

Nós da Flory reunimos mulheres reais para relatos reais sobre amor próprio e auto-estima. Vamos juntas?

‘’Aceitar e apreciar as minhas cicatrizes foi o processo mais lindo, amar um corpo negro na sociedade atual é revolucionário. A mulher que eu estava em busca no meu interior desabrochou e eu a peguei no colo e acalentei.’’ Bárbara Machado, 24 anos.

‘’Autoestima sempre foi um tabu pra mim: ela ainda está em construção. Sempre tentava me enxergar em outros corpos bem diferentes do meu e isso era bem doloroso ter que se encaixar no “padrão que a sociedade exige “. Comecei a exigir isso de mim mas não porque eu queria mas sim por ser algo ditado. Aos poucos fui me reconhecendo mas não foi fácil. Nesse meu trajeto de autoestima também tive muito que aprender com o meu autoconhecimento, não é fácil você aceitar que você erra e que você também já fez outra pessoa se sentir mal ou até mesmo você aceitar que tem que mudar porque você sabe que isso não é bom para você mesmo. O principal motivo que me fez querer mudar foi quando conheci o movimento das minas. Comecei a entrar em grupos e ver o que era realmente o apoio feminino e elas começaram a me inspirar. Ver que a beleza não é aquilo que nos impõe e sim você se sentir linda pela pessoa que você é, se sentir linda pelas roupas que você gosta de usar, ser linda porque você decidiu que seu cabelo fica bonito assim e é assim que você quer e vai ser assim que você vai usar. Se sentir bem por ajudar um outro alguém, se sentir linda só pelo fato de ser você, aceitar e saber que o respeito e o amor por si mesmo fazem coisas lindas acontecerem, não só para você mas tudo que está ao redor.’’ Luiza Reis, 23 anos.

 

‘’Antes não tinha uma relação amigável com meu corpo. Sempre fui magrela e com jubão. Vivia reclamando o por que não tinha cabelo liso ou por que meu corpo não era igual das meninas da minha idade na época. Só que não me via alisando o cabelo ou colocando silicone, sabe? Então chegou uma hora que reclamar não fazia mais sentido. Meus 17 anos foram meu divisor de águas. Entrei em uma crise emocional, que hoje enxergo como uma lição para minha vida, pois a partir dela eu me encontrei, me libertei dos estereótipos ditados pela sociedade e descobri o que é amor próprio. Foi aí que comecei a usar o cabelo mais solto, porque juro, ele vivia amarrado em um coque. Gosto bastante da seguinte frase: “mar calmo nunca fez bom marinheiro”. E cada dia é um dia de descobertas, de mudanças, de aceitação.’’ Nathalia Ribeiro, 23 anos.

“A auto estima vem de dentro para fora, e é algo bem maior do que estar satisfeito com a imagem externa que tem de si. A minha veio junto com o encontro com a minha autenticidade e o amor que adquiri por mim mesma.” Carolina Araújo, 21 anos.

“Sempre tive problema pra sair em fotos e hoje me mantenho atenta sobre a importancia de me enxergar com mais carinho.” Stephanie Queiroz, 20 anos.